| DICAS | TIPOS DE MADEIRAS |
MADEIRA
A instalação das esquadrias é tão importante quanto a própria fabricação, o bom funcionamento das esquadrias depende de sua correta instalação, pois uma instalação deficiente pode comprometer todo o desempenho da esquadria. A esquadria deve ser instalada por profissional habilitado.
PRÉ-ACABAMENTO (impermeabilização)
Toda esquadria antes de ser instalada deve receber uma demão de verniz ou tinta, para proteger do sol, da chuva, do cal e do cimento. A esquadria devera receber a impermeabilização em todas as partes, mesmo nos lugares que não ficarão aparentes, principalmente o lado do caixilho que fica em contato com a alvenaria. Obs: nunca use selador nas esquadrias externas. Selador só se usa internamente.
FIXAÇÃO DAS ESQUADRIAS NA OBRA
CHUMBADA: a instalação da esquadria onde o caixilho é diretamente chumbado na alvenaria não é indicado, entretanto, se esta forma for escolhida, orientamos que a face do caixilho a ser chumbada receba pregos em quase toda sua extensão ( forma executada pelo construtor antes do reboco).
TACO: para uma correta fixação da esquadria no vão, é conveniente a existência de tacos de madeira bem chumbados na alvenaria e em posições determinadas. 15 cm acima do piso - 15 cm abaixo da verga - distância máxima de 90 cm entre tacos. (forma de fixação antes ou após o reboco).
ESPUMA DE POLIURETANO: forma de fixação da esquadria após o reboco, não recomendamos a fixação de caixilho para porta de abrir em giro e de correr com espuma de poliuretano.
FERRAGENS: contrate instalador experiente na instalação das dobradiças, fechaduras das portas e trancas das janelas, o bom funcionamento das esquadrias depende de sua correta instalação.
Obs: lubrifique periodicamente as dobradiças e fechaduras com pequena quantidade de grafite em pó ou micro óleo . Isso manterá sempre perfeito o seu funcionamento.
PASSOS DA PINTURA DAS ESQUADRIAS
Remova a sujeira (pó, detritos de manuseio de obra).
Lixe todo o produto com lixa 220 ou 280, (lixe no sentido dos veios da madeira).
Remova com um pano seco todo pó para que a peça fique completamente limpa.
Passe uma demão de verniz ou tinta, deixe secar.
Lixe novamente com lixa 280, remova todo pó com um pano seco.
Dê mais duas demão de verniz ou tinta intercalando a secagem e a peça está pronta.
| TIPOS DE MADEIRA: | DICAS |
ITAÚBA:
Nome Científico:
Mezilaurus itauba (Meissn.) Taub., Lauraceae.
Outros nomes e Espécies Afins:
É conhecida também pelos nomes de Itaúba-amarela, Itaúba-abacate, Itaúba-preta e Louro-itaúba. M. synandra e M. navalium possuem madeiras com características similares.
Descrição da Árvore:
Árvore de grande porte, chegando a 40 m de altura e 80 cm de diâmetro; em solos arenosos ou pedregosos desenvolve-se menos. Possui casca avermelhada e fissurada.
Características da Madeira:
Cerne amarelo-oliva quando ainda tímido, tornando-se pardo com a exposição ao ar; alburno distinto, de cor bege-claro. A madeira não apresenta desenhos, tendo textura média, pouco brilho e grã regular; lisa ao tato. Quando recém-cortada tem cheiro agradável e gosto picante, porém pouco perceptíveis quando seca.
Região de Ocorrência:
Muito comum na regiio de Óbidos (PA) e no rio Tapajós; dispersando-se até as Guianas e o estado de Mato Grosso.
Propriedades Físico-Mecânicas:
A madeira é muito pesada e dura, com alta resistência mecânica e baixa retratibilidade. Elevada resistência natural ao apodrecimento e ao ataque de insetos.
Comportamento Durante a Secagem:
A secagem ao ar é lenta e difícil, porém sem causar alta incidência de defeitos. A secagem artificial é reportada como lenta, com ocorrência acentuada de rachaduras e moderada de empenamentos. Não há indicação de programas específicos para a madeira de Itaúba.
Trabalhabilidade:
Moderadamente difícil de ser trabalhada, tanto com ferramentas manuais como com máquinas devido á presença de sílica; porém propicia bom acabamento.
Indicações de Uso:
Em construções externas tais como estruturas de pontes, postes, moirões, dormentes, cruzetas, defensas, estacas; partes internas em construção civil como vigas, caibros, ripas, marcos ou batentes de portas e janelas, esquadrias, caixilhos, tacos e tábuas de assoalho; mobiliário comum, construção naval, barcos, carrocerias, tanoaria, peças torneadas, cabos de ferramentas e implementos agrícolas, etc.
JATOBÁ
Nome Científico:
Hymenaea sp. Leguminosae.
Outros nomes e Espécies Afins:
Muitas árvores do gênero Hymenaea são conhecidas comercialmente por Jatobá, Jataí e Jutaí, das quais as mais importantes são H. stilbocarpa e a H. courbaril.
Descrição da Árvore:
Árvore de até 40 m de altura por 200 cm de DAP, sem sapopemas. Tronco cilíndrico, fuste de até 12-13 m de comprimento.
Características da Madeira:
Coloração róseo-pardacento ao pardo-avermelhado-claro, uniforme ou com veios longitudinais. Alburno espesso, branco-amarelado. Superfície pouco lustrosa, textura lisa a grossa, grã normalmente reversa. Gosto e odor indistintos.
Região de Ocorrência:
Ocorre desde o sul do México até a Bahia, nas matas de terra firme de solo argiloso e várzeas altas.
Propriedades Físico-Mecânicas:
A madeira de Jatobá pode ser classificada como de alto peso específico, baixa retratibilidade e alta resistência mecânica.
Comportamento Durante a Secagem:
Seca ao ar com poucas deformações. Observa-se a presença de rachaduras e empenamentos quando a secagem é demasiado rápida.
Trabalhabilidade:
Difícil a moderadamente fácil de trabalhar, pode ser desenrolada, aplainada, colada, parafusada e pregada sem muitos problemas. Apresenta resistência para tornear e faquear. O acabamento é agradável. Aceita pintura, verniz, lustre e emassamento.
Indicações de Uso:
Construções externas (obras hidráulicas, postes e vigas), construções pesadas, laminados, móveis, cabos de ferramentas. Implementos agrícolas, carrocerias e vagões, dormentes, cruzetas e construção civil em geral.
GRÁPIA
Nome Científico:
Apulela leiocarpa (Vogel) Macbride., Leguminosae.
Outros nomes e Espécies Afins:
A madeira de Grápia também recebe as de denominações de Garapa, Grapiapunha, Grapiá, Amarelinho, Gema-de-ovo. Garapeira.
Descrição da Árvore:
Árvore com 25 a 30 m de altura e diâmetro de 60 a 100 cm. Seu tronco cilíndrico é um pouco tortuoso, possuindo uma casca fina, dura, de cor pardo-amarelada, que se desprende em placas rígidas.
Características da Madeira:
Cerne do bege-amarelado ou amarelo levemente rosado até róseo-acastanhado, uniforme; alburno branco-amarelado. Grã irregular a reversa; superfície lisa, lustrosa, de textura média; cheiro e gosto imperceptíveis.
Região de Ocorrência:
A espécie Apulela lelocarpa ocorre nas matas pluviais do sul da Bahia e norte do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, Argentina e Paraguai. Na região Amazônica verifica-se a presença de uma variedade dessa espécie (A. lejocarpa var. molaris), que é denominada de Muiraluba ou Barajuba.
Propriedades Físico-Mecânicas:
Trata-se de uma madeira pesada e dura, de média retratibilidade volumétrica e com resistência mecânica entre média e alta. Possui moderada resistência natural ao apodrecimento.
Comportamento Durante a Secagem:
Madeira de secagem difícil, que deve ser lenta e bem controlada para evitar a alta incidência de defeitos.
Trabalhabilidade:
Madeira fáciI de se trabalhar desde que se use ferramentas apropriadas devido á presença de sílica; porém recebe bem cola e proporciona bom acabamento.
Indicações de Uso:
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PINTURA ELETROSTÁTICA A PÓ
Não existe nada mais moderno para o tratamento de superfícies do que a pintura eletrostática a pó. No mundo inteiro ela é utilizada por indústrias da construção civil, automotiva, de eletrodomésticos e dos mais variados ramos de atuação.
A explicação é simples: só a pintura eletrostática atende às mais exigentes especificações de durabilidade, de acabamento, de aplicabilidade (pode ser utilizada em inúmeras peças de alumínio e aço) de custos e de proteção ao meio ambiente.
A pintura eletrostática reúne uma seqüência completa de processos químicos que conferem um aspecto estético extremamente agradável às superfícies tratadas e uma proteção com excelentes características anti-corrosivas.
Um sistema de revestimento moderno, econômico, muito durável e não poluente.
PROCESSO
Na pintura eletrostática a pó a tinta é aplicada sobre o alumínio automaticamente ou manualmente através de equipamentos eletrostáticos. Na ponta da pistola eletrostática é criado um campo eletrostático para formação de íons negativos. A peça de alumínio atua como pólo positivo pela existência do campo eletrostático que induz na peça a criação de íons positivos. É desta forma que a tinta a pó adere na peça de alumínio.
LIMPEZA
Uma das principais características da pintura eletrostática é a facilidade de limpeza. Utiliza-se apenas uma solução de detergente neutro em água, aplicada com uma esponja macia ou flanela. A limpeza deve ser feita regularmente para manter as propriedades protetoras e decorativas da tinta.
Intervalo de Limpeza:
- Zona marítima - mensal
- Zona industrial - trimestral
- Zona não poluída - a cada 18 meses